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quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Euclidense
Canudos

Venha conhecer Canudos

Venha conhecer Canudos!

Venha conhecer as belezas da nossa cidade, receba o carinho da nossa gente e sinta-se em casa. Canudos vai encantar você!

 

Conheça os Pontos Turísticos de Canudos

Seus maiores pontos turísticos são:
Estátua de Antônio Conselheiro - Venha conhecer Canudos
Venha conhecer Canudos – Estátua de Antônio Conselheiro – Canudos Velho – Foto: Reprodução

Canudos Velho – Venha conhecer canudos Velho e a Aldeia de pescadores que fica bem próxima a área da antiga Canudos. Há pouco tempo atrás a diversão das crianças do Alto Alegre ainda era colecionar balas (de chumbo) pelo chão. No Alto alegre hoje existe uma casinha de apenas um cômodo que funciona o museu histórico de Canudos.

Lá foi guardado tudo que foi encontrado nestes últimos anos pelos lugares onde foram travados os combates e o que restou da cidade incendiada. Tem oratórios, antigos facões, punhais, capacetes de soldados, clavinotes, ferro de passar roupas, baú de couro, cartuchos de bala, máquina de costurar, fotos, ferraduras de cavalos, além de outros.

O antigo belo monte, hoje conhecido como Canudos Velho se tornou um lugar turístico não só pelos acontecimentos do passado, mas por ter grande potencial na área de laser como: dar um excelente mergulho no açude de Cocorobó, praticar esportes aquáticos, além de poder navegar até a antiga igreja, hoje submersa.

Museu Manoel Travessa – Pequeno museu, localizado no povoado de Canudos Velho, de propriedade de um cidadão canudense com o mesmo nome, abriga uma coleção particular de achados, artefatos, etc. contemporâneos da Guerra de Canudos. À frente do museu encontra-se uma estátua do Conselheiro.

Estátua de Antônio Conselheiro
Estátua de Antônio Conselheiro – Serra do Mirante, Canudos-BA – Foto: Aldemi Oliveira

Mirante – Construído em 1998, pela Prefeitura Municipal de Canudos em convênio com o Ministério da Cultura, com o intuito de resgatar a história de Canudos, além de proporcionar aos moradores e visitantes um local de absoluta tranquilidade, ideal para quem gosta de admirar belas paisagens.

No mirante existe bar que abre todos os finais de semana com show ao vivo. La, você pode degustar um excelente tira gosto, além de tomar aquela cerveja bem gelada.

Prainha – Lugar é ideal para quem procura um pouquinho de tranquilidade além de se refrescar do imenso calor nas águas do açude Vaza Barris, pode tomar uma cervejinha bem gelada, degustar um bom pirão de peixe ou um bode assado na brasa.
O local é ideal para a prática de esportes aquáticos.

Parque Estadual de Canudos
Parque Estadual de Canudos, BA

Parque estadual de Canudos – Região demarcada que corresponde ao local onde aconteceram as diversas batalhas e os combates, durante a guerra.

O Parque Histórico de Canudos é uma reserva ecológica e histórica com área de 1.300 hectares. Lá há ainda sítios históricos como o Riacho da Umburana, por cujo leito seco as tropas republicanas se deslocavam para Canudos, vindas da cidade de Queimadas, para evitar cruzar a caatinga.

Serra do Cambaio, local onde aconteceram lances heroicos, Serra do Angico próxima ao local da sepultura do Coronel Tamarindo e onde morreu o Coronel da 3ª expedição Moreira César. Também próximo a serra do angico esta o povoado do Rosário, antiga fazenda onde as tropas federais descansavam e se abasteciam de água.

Outros locais que fazem parte do parque são: Vale da Morte, palco de mais um combate, onde estão enterrados muitos corpos dos combatentes e a lagoa de cipó, que ficou conhecida como lagoa de sangue. Contam que por lá morreram mais de 300 jagunços.

Apenas a titulo de ilustração no ano de 2012 foram cerca de 10.000 visitantes. Criado em 1986, pelo Governo do Estado da Bahia, através do Decreto Estadual nº 33.333, agurda de Parque fiou sob a responsabilidade da Uneb que implantou uma infraestrutura, com demarcação de sítios históricos e arqueológicos, no PEC, têm sido realizadas pesquisas arqueológicas que permitem obter achados importantes que compõe o acervo do Memorial Antônio Conselheiro.

Memorial Antônio Conselheiro
Fachada do Memorial Antônio Conselheiro – Reprodução – Foto: UNEB – Canudos, BA

Memorial Antônio Conselheiro-MAC – Importante equipamento, mantido pela UNEB, é constituído de museu histórico-arqueologico; Laboratório de arqueologia; exposição de fotografias “Imagens de Canudos”; exposição “Euclides da Cunha em Canudos”; exposição “História de Canudos”; Exposição “Arqueologia em Canudos”; Jardim Temático-Praça João de Régis; CIA de Teatro de Canudos; Miniteatro e Biblioteca.

Ararinha Azul-de-Lear
Ararinha Azul-de-Lear – Parque das Araras Azuis de Canudos – Foto: Marcel Holyoak – flickr – Reprodução

Ararinha Azul-de-Lear – A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) é uma ave da família Psitacídea, originalmente encontrada nas matas brasileiras, hoje é vista raramente e o seu estado de conservação é crítico. Pode ser encontrada no interior do estado da Bahia.

Essa arara torna-se madura para a reprodução aos 3 anos e sua época reprodutiva é entre novembro e março. Normalmente nascem 2 filhotes por vez e a gestação dura em torno de 30 dias. Depois do nascimento das araras azuis, elas ficam cerca de 3 meses no ninho sob cuidado dos pais, até se aventurarem no primeiro voo.

Restrita à caatinga baiana, na eco região do Raso da Catarina, mais precisamente nos municípios de Canudos, Euclides da Cunha, Jeremoabo, Monte Santo, Santa Brígida, Paulo Afonso, Sento Sé e Campo Formoso, a Arara-azul-de-lear é uma das aves brasileiras menos conhecidas e mais ameaçadas de extinção.

As ameaças à espécie vão desde a captura e comércio ilegal dessas aves até à intensa perda de habitat, ocasionados pela derrubada da mata nativa por atividades agropecuárias de subsistência, principalmente a criação de caprinos e o cultivo de milho.

As áreas de alimentação são determinadas por concentrações de palmeiras licuri (Syagrus coronata) em meio a árvores mais altas, isso se dá pelo fato de que o bando de Araras-azul-de-lear fica pousado em uma árvore alta enquanto indivíduos (sentinelas) partem para uma vistoria no local de alimentação e só depois o bando todo vai ao local para uma última conferência.

E aí sim podem descer às áreas e desfrutar dos cocos de licuri nas árvores ou caídos no solo, o principal item na alimentação dessas araras. Além do licuri, utilizam também os frutos de pinhão, umbu e mucumã.

Por vezes foram avistados bandos de araras forrageando em plantações de milho, o que acarreta conflito com agricultores, resultando em abate de aves nessas regiões. Em contrapartida, as criações de cabras na região ameaçam a recomposição natural da vegetação, pois as cabras usualmente devoram as mudas nativas.

Com a chegada das chuvas no final do ano, inicia-se a época reprodutiva. Os casais se separam do resto do bando e fazem seus ninhos em cavidades, nos íngremes paredões de arenito, onde os poucos casais reprodutores criam seus filhotes, numa média de dois por período reprodutivo.

Existem dois sítios de nidificação e dormitório, um em Canudos, na região conhecida como Toca Velha, uma RPPN de propriedade da Fundação Bio diversivas e em Jeremoabo, ao sul da Estação Ecológica do Raso da Catarina, unidade de conservação federal administrado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

Bastante semelhante à Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), a Arara-azul-de-lear é mais arisca, nitidamente menor, com uma plumagem mais desbotada, sendo o dorso e a cauda azul-cobalto.

Uma exceção em relação às outras araras-azuis é o fato de não dormirem empoleiradas, e sim em fissuras dos cânions, onde chegam aos finais de tarde, fazendo estardalhaço e sobrevoando aos bandos até acomodarem-se.

É conhecida cientificamente há 150 anos, mas seu território de ocupação foi descrito há apenas 30 anos. Estima-se que ainda existam cerca de 1000 indivíduos na natureza, isso graças aos esforços voltados para a sua conservação, pois a Arara-azul-de-lear continua criticamente ameaçada de extinção.

Esse alto grau de ameaça, aliado ao baixo grau de conhecimento dos comportamentos naturais da espécie, o que dificulta a sua reprodução em cativeiro, justificou a criação no ano de 1992 do “Comitê para Recuperação e Manejo da Arara-azul-de-lear”.

Cujos integrantes juntamente com o IBAMA, e recentemente o ICMBio, através do CEMAVE (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade), representam instituições nacionais e internacionais de pesquisa e visam a perpetuação da espécie através da elaboração de planos de manejo em cativeiro, conservação, reprodução, reabilitação e, se possível, reintrodução da espécie.

Entorno do Rio da Toca Velha – Localizada a 6 km da sede do município, o Entorno do Rio da Toca da Velha resguarda uma fauna e flora de rara beleza. Este verdadeiro santuário ecológico abriga uma vasta gama de espécies vegetais, como umbuzeiros, favelas, mandacarus, macambiras e xiquexiques.

Dentre os espécimes animais, destaque para a Arara-azul-de-lear, uma das aves mais ameaças de extinção. Para poder desfrutar deste paraíso ecológico, o visitante tem que pedir a liberação na Fundação Biodiversitas. Depois, é só aproveitar o espetáculo da natureza.

Serra da Toca Velha – Local de grande importância de preservação ambiental, a Serra da Toca Velha é uma região formada por paredões de arenito que servem de abrigo para as araras-azuis-delear. Considerada criticamente ameaçada de extinção, a arara-azul-de-lear é uma espécie endêmica do sertão do Nordeste da Bahia, ocorrendo apenas no Raso da Catarina.

Estima-se que atualmente existam apenas 700 indivíduos na natureza, além de 38 em cativeiro em Centros de Reprodução no Brasil e no exterior. Criada em 1993 com o objetivo de proteger aquele santuário, a Estação Biológica de Canudos possui atualmente uma área de aproximadamente 1.500 há que abriga todos os paredões que servem de dormitório e área de nidificação para a espécie na região da Toca Velha, além de contar com duas bases de campo construídas como pontos de apoio para funcionários, pesquisadores e visitantes.

Fauna – Já foram descobertas 240 espécies de peixes de água doce. Entre as aves, a constatação da riqueza de vida do semiárido não é diferente: são 510 espécies, sendo que mais de noventa por cento delas reproduzem-se na própria região.

Na lista de aves do ecossistema em processo de extinção aparecem espécies conhecidas, como a maracanã (Ara maracana) e o pintassilgo-do-nordeste (Carduellis yarelli).

A caatinga também é berço de espécies de mamíferos, como a onça-pintada, o tamanduá-bandeira e a jaguatirica. Entre os primatas, são encontrados duas variações de guaribas: o macaco-prego e o macaco-sauá, recém-descoberto na região de Canudos.

Eventos 

As manifestações culturais no município de Canudos são de causar um verdadeiro impacto naqueles que comparecem e participam das apresentações dos espetáculos. Atraí intensamente a atenção do público que a presencia e proporciona ao espectador nessas atividades, tanto de cunho religioso como cultural, uma diversificação imponderável.
São obrigatórias e imperdíveis aos que visitam a cidade.

Segue abaixo algumas das mais importantes produções culturais:

Igreja de São Sebastião - Rosário
Igreja de São Sebastião – Rosário, canudos-BA – Foto: Aldemi Oliveira

São Sebastião – Considerada uma das principais manifestações religiosas do Município Canudense, a festa do Povoado do Rosário, São Sebastião, acontece anualmente a partir do dia 18 a 20 de janeiro, com muitas a atrações musicais e eventos esportivos.

Aniversário da Cidade (emancipação política) – O evento acontece anualmente no dia 25 de fevereiro, com uma grandiosa festa realizada pela Prefeitura Municipal e comerciantes locais.

Nossa Senhora das Graças – Evento religioso alusivo à Nossa Senhora das Graças, à Padroeira do Distrito de Bendegó, que acontece no mês de maio (geralmente durante os 13 primeiros dias).

Festa de Santo Antônio
Venha conhecer Canudos – Festa de Santo Antônio – Canudos,BA – Foto: Reprodução

Festa de Santo Antônio O maior festejo popular da cidade de Canudos, acontece no mês de junho e é alusivo ao padroeiro da cidade, Santo Antônio. A festa dura em média 13 dias e é uma das maiores festas juninas da região.

Além da realização da tradicional trezena religiosa em homenagem ao santo padroeiro, ocorrem manifestações populares, folclóricas, festejos sociais como a quermesse, shows e muito mais.

Durante o festejo de Santo Antônio, você poderá encontrar comidas típicas na tradicional quermesse e barracas. Shows de grande porte são oferecidos à população no Forrodromo da cidade, que conta também com barracas e muita animação. Venha Participar!

Festejos juninos em Canudos
Festejos juninos em Canudos-BA – Reprodução

São João – Dada a riqueza cultural envolvida na festa junina, junho é uma ótima época para planejar e conhecer mais a riqueza cultural envolvida, suas celebrações e aproveitar uma nova experiência de diversão em Canudos. Venha conhecer a grande festa junina Canudense, comer muitas comidas típicas e embalar no ritmo das quadrilhas.

Dia em Homenagem aos Mártires de Canudos – Celebração aos mártires de Canudos liderada pelo Padre Enoque a cerca de vinte anos, com participação de lideranças comunitárias, intelectuais e estudiosos da Bahia e de outros estados, que ocorre no dia 05 de outubro, dia da celebração do final da Guerra de Canudos. O evento acontece às margens do açude Cocorobó em Canudos Velho.

Romaria de Canudos – Como todos os anos, sempre no mês de outubro, 21,22, e 23, a cidade de Canudos, no sertão da Bahia, muito conhecida como “A Terra do Conselheiro“ celebra sua tradicional romaria. A Romaria de Canudos sempre atrai um bom número de pessoas para a pequena cidade de cerca de 15 mil habitantes.

A rotina local se modifica bastante com a presença de turistas, religiosos, estudantes ou pesquisadores que vão a Canudos conhecer um pouco mais da história e participar do programa que sempre consta de apresentações culturais, amostra de filmes, debates, além da tradicional caminhada pelos pontos históricos da cidade

Aspecto Econômico-agricultura

Feira Livre de Canudos
Venha conhecer Canudos – Feira Livre de Canudos – Canudos-BA – Foto: Aldemi Oliveira

Canudos, atualmente tem como potencial econômico a cultura banana irrigada, a caprinocultura, bovinocultura, o cultivo do quiabo, o extrativismo do umbu, a apicultura e a piscicultura e está inserido no polígono da seca, assim na área sequeira temos o milho, feijão, coentro para semente e o melão.

Apesar de possuir um açude com capacidade de acumulação 245 milhões de m³ de água e uma área irrigável de aproximadamente de 3.000 hectares, o município detém um dos piores índices de desenvolvimento humano do país, evidenciando duas Canudos: uma irrigada e outra altamente seca e carente.

Devido à guerra de Canudos – um dos acontecimentos mais importantes da história do Brasil aqui ocorrido no final do século XIX, o município possui hoje grandes potencialidades voltadas para o turismo náutico, ecológico, histórico e cultural.

Localizado nas Regiões Econômica e de Planejamento Nordeste do Estado da Bahia, Canudos compõe a microrregião de Euclides da Cunha e está inserido no Território Sertão do São Francisco, possuindo uma superfície de 2.984,88 km².

O município de Canudos possui uma importância regional fragilizada devido principalmente a sua dependência no que tange às atividades comerciais, industriais e de serviços, o que o coloca numa posição em que não consegue polarizar outros municípios, pelo contrário, é polarizado principalmente pelos municípios de Euclides da Cunha e Juazeiro.

Comércio e serviço

Feira livre de canudos
Venha conhecer Canudos – Feira livre de canudos – Foto: Aldemi Oliveira

Como no município as atividades de comércio e os serviços são restritos e voltados para algumas atividades básicas, as necessidades mais complexas demandadas para este ramo por sua população são supridas principalmente por Euclides da Cunha, o que possibilita uma transferência de recursos para este município, confirmando a tendência de pouco desenvolvimento destes segmentos em Canudos.

Além do comércio formal, destaca-se o comércio da feira semanal, realizada ao ar livre nas sextas-feiras, que atrai pessoas da sede, zona rural e diversos vendedores ambulantes regionais.

Em barracas móveis e expostos ao chão encontram-se os mais diversos gêneros, tais como carne, frutas, verduras, redes, produtos de couro, roupas, doces, queijos, artigos de palha, artesanato, aves, etc. Conheça Canudos!!

 

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